Questão nº 41
Questão de Tecnologia da Informação · FCC TRT15 2024 (nº 41)
FCC2024Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade Tecnologia da InformaçãoTecnologia da Informação
Gabarito: Cver comentário ↓
Um Tribunal está desenvolvendo uma nova aplicação web e quer garantir que ela esteja protegida. A prática mais eficaz para proteger a aplicação web contra as vulnerabilidades mais comuns é
- Aimplementar autenticação multifator (MFA).
- Butilizar HTTPS para todas as comunicações.
- Cadotar o OWASP Top 10 como guia para desenvolvimento seguro. (alternativa correta)
- Drealizar revisões de código manuais regulares.
- Eutilizar bibliotecas de terceiros para todas as funcionalidades de segurança.
Resposta comentada
Gabarito Alternativa C
O OWASP Top 10 é uma lista das dez vulnerabilidades de segurança mais críticas e comuns em aplicações web, servindo como um guia essencial para desenvolvedores e profissionais de segurança.
- (A) Incorreta: A autenticação multifator (MFA) é uma excelente prática para fortalecer a segurança de acesso, protegendo contra falhas de autenticação, mas não aborda a vasta gama de outras vulnerabilidades comuns como injeção de código, controle de acesso quebrado ou desserialização insegura.
- (B) Incorreta: O uso de HTTPS criptografa a comunicação entre o cliente e o servidor, protegendo dados em trânsito. Embora crucial, ele não protege a aplicação contra vulnerabilidades internas, como SQL Injection, Cross-Site Scripting (XSS), ou falhas de controle de acesso, que são parte das vulnerabilidades mais comuns.
- (C) Correta: Adotar o OWASP Top 10 como guia significa que a equipe de desenvolvimento irá projetar, implementar e testar a aplicação com foco nas vulnerabilidades mais críticas e frequentes (as "vulnerabilidades mais comuns"). Esta abordagem é a mais abrangente e eficaz para proteger a aplicação desde o início, prevenindo a introdução dessas falhas.
- (D) Incorreta: Realizar revisões de código manuais regulares é uma prática valiosa para identificar vulnerabilidades, mas é uma medida de detecção e correção, não uma guia para o desenvolvimento seguro que previne a introdução dessas vulnerabilidades desde o projeto e codificação. A armadilha aqui é que, embora seja uma boa prática de segurança, ela é mais reativa (encontrar o que já foi feito) do que proativa (guiar para não fazer).
- (E) Incorreta: Utilizar bibliotecas de terceiros para segurança pode ser útil, mas não é uma solução completa nem a prática mais eficaz. A escolha e implementação incorreta dessas bibliotecas podem introduzir novas vulnerabilidades, e elas não cobrem todas as categorias de riscos comuns. A segurança da aplicação depende muito mais da forma como o código é escrito e projetado, e não apenas de componentes externos.
Fonte: FCC TRT15 2024 Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade Tecnologia da Informação (Caderno Tipo 001). Reproduzida para fins de estudo.