Questão nº 38

Questão de Arquitetura e Urbanismo · CESGRANRIO BNDES 01/2024 (nº 38)

CESGRANRIO2024Analista - Arquitetura e UrbanismoArquitetura e Urbanismo
Gabarito: Ever comentário ↓

Na gestão da qualidade de uma obra, um dos itens que foram observados foi o do emboço das alvenarias internas. De acordo com o planejamento inicial, a perda máxima admitida era de 5% do volume previsto.
Considere os seguintes dados:

Área a ser emboçada = 2.000 m²;
Espessura prevista = 2 cm;
Volume total realizado = 48 m³.

Analisando-se esses dados, com relação aos parâmetros de qualidade, conclui-se que o valor realizado

Resposta comentada

Gabarito Alternativa E

Conceito-chave: Perda em obra é a diferença entre o que foi previsto (planejado) e o que foi realizado (executado), dividida pelo previsto. Aqui, o "volume previsto" é calculado pela área vezes a espessura, e a perda é o que sobrou além disso, em porcentagem.

  • (A) Incorreta: O limite era de 5%, mas o cálculo mostra perda de 20%, muito acima do permitido.
  • (B) Incorreta: A perda não é 10%; o erro comum é calcular 48 m³ − 40 m³ = 8 m³ e achar que 8/40 = 20%, mas a banca quer que você veja que o volume previsto é 2.000 m² × 0,02 m = 40 m³, e o realizado (48 m³) tem 8 m³ a mais, o que dá 8/40 = 20%, não 10%.
  • (C) Incorreta: 12% seria se o volume realizado fosse 44,8 m³, o que não é o caso.
  • (D) Incorreta: 15% seria se o volume realizado fosse 46 m³, mas o dado é 48 m³.
  • (E) Correta: Volume previsto = 2.000 m² × 0,02 m = 40 m³. Volume realizado = 48 m³. Perda = (48 − 40) / 40 = 8/40 = 0,20 = 20%. Como 20% > 5%, o limite foi ultrapassado. A pegadinha é não converter a espessura de cm para m (2 cm = 0,02 m) e esquecer de calcular o volume previsto antes de comparar.

Fonte: CESGRANRIO BNDES 01/2024 Analista - Arquitetura e Urbanismo (Caderno Prova 5). Reproduzida para fins de estudo.

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