Questão nº 56
Questão de Enfermagem · FCC TRT2 2018 (nº 56)
FCC2018Analista Judiciário - Apoio Especializado - Especialidade EnfermagemEnfermagem
Gabarito: Bver comentário ↓
O que fazer quando a camisinha estoura? Para essa pergunta feita por um participante de uma palestra sobre DST/AIDS, uma das orientações a ser prestada pelo enfermeiro é
- Afazer o teste sorológico até 7 dias após a camisinha ter se rompido durante o ato sexual com parceiro de sorologia desconhecida.
- Binterromper a relação, realizar uma higienização e iniciar (caso queira) o ato sexual novamente com um novo preservativo. (alternativa correta)
- Crealizar a higiene dos genitais com água e sabão degermante, e secar o local.
- Dfazer a antissepsia prévia, antes da higienização com água e sabão, nos casos de relação anal.
- Efazer a antissepsia prévia, higienizar com água e sabão, secar e realizar a degermação dos genitais.
Resposta comentada
Gabarito Alternativa B
Quando a camisinha estoura durante o ato sexual, a primeira e mais importante medida é interromper a relação imediatamente para minimizar a exposição e, se for continuar, usar um novo preservativo.
- (A) Incorreta: Embora o teste sorológico seja uma medida importante após uma possível exposição a ISTs (como parte da Profilaxia Pós-Exposição - PEP, se indicada), ele não é a primeira orientação a ser dada para o que fazer no momento em que a camisinha estoura. A armadilha é que essa alternativa aborda uma preocupação válida (ISTs), mas em um momento posterior e não como a ação imediata. Além disso, o prazo de 7 dias pode não ser o ideal para a janela imunológica de todos os testes ou para iniciar a PEP.
- (B) Correta: Esta é a orientação mais adequada e imediata. Ao interromper a relação, minimiza-se a exposição. A higienização simples (com água e sabão) ajuda a remover fluidos. Se houver desejo de continuar, é fundamental usar um novo preservativo para garantir a proteção.
- (C) Incorreta: A higienização é parte da solução, mas esta alternativa omite a necessidade de interromper a relação e, se for o caso, a possibilidade de recomeçar com um novo preservativo, que são passos cruciais. O uso de "degermante" não é a primeira recomendação geral e pode ser irritante.
- (D) Incorreta: Esta alternativa foca em "antissepsia prévia" e "relação anal", que são conceitos de prevenção antes do ato ou para situações específicas, não a ação imediata e geral para um preservativo que já estourou.
- (E) Incorreta: Assim como nas alternativas C e D, esta opção sugere um protocolo de limpeza excessivamente complexo ("antissepsia prévia", "degermação") que não é a orientação primária e imediata para a situação de uma camisinha estourada. A prioridade é a interrupção e a proteção futura.
Fonte: FCC TRT2 2018 Analista Judiciário - Apoio Especializado - Especialidade Enfermagem (Caderno Tipo 001). Reproduzida para fins de estudo.