Questão nº 73
Questão de Ciência de Dados e Banco de Dados · CEBRASPE SUSEP 2025 (nº 73)
Certa empresa especializada em seguros de vida privados decidiu modernizar seu sistema de informações com a utilização de um SGBD relacional, padrão SQL. Durante a reestruturação do banco de dados, a equipe de TI definiu um modelo com tabelas tais como CLIENTE, APOLICE, BENEFICIARIO e SINISTRO, com relacionamentos entre si. Um analista da equipe foi designado para realizar operações utilizando linguagens de definição (DDL), manipulação (DML) e consulta (DQL) de dados, com o objetivo de garantir a integridade e a eficiência na gestão de informações da seguradora.
A respeito da situação hipotética apresentada e da linguagem SQL a ela relacionada, julgue os itens a seguir.
A DDL permite a criação de restrições de integridade referencial entre as tabelas, como, por exemplo, a definição de uma chave estrangeira (foreign key) na tabela SINISTRO referenciando o código da APOLICE.
Resposta comentada
DDL (Data Definition Language) é a parte do SQL que define a estrutura do banco: criar/alterar/apagar tabelas, colunas, índices e — sim — restrições de integridade, incluindo a chave estrangeira (foreign key), que é a regra que amarra uma coluna de uma tabela ao código de outra, garantindo a integridade referencial (ninguém cadastra um SINISTRO apontando para uma APOLICE que não existe).
- Correta: Certo. Criar a FK na tabela SINISTRO referenciando APOLICE é comando DDL (
CREATE TABLE ... FOREIGN KEYouALTER TABLE ... ADD CONSTRAINT), pois mexe na estrutura, não nos dados.
Fica de olho: a banca costuma trocar o verbo — dizer que a FK é criada por DML (INSERT/UPDATE/DELETE) ou que "a DDL só cria tabelas, não restrições". Lembre: DDL = esqueleto + regras; DML = conteúdo; DQL = SELECT.
Fonte: CEBRASPE SUSEP 2025 Analista Técnico - Área: Tecnologia da Informação e Ciência de Dados. Reproduzida para fins de estudo.