Questão nº 38

Questão de Análise de Sistemas · CESGRANRIO BNDES 01/2024 (nº 38)

CESGRANRIO2024Analista - Análise de Sistemas (Cibersegurança)Análise de Sistemas
Gabarito: Dver comentário ↓

Durante muitos séculos, a criptografia era utilizada apenas para proteger a confidencialidade das mensagens. Entretanto, ao final do século XX uma nova forma de criptografia foi criada. Esta, em conjunto com outras técnicas, permite proteger a integridade, a confidencialidade e a autenticidade das informações que são transmitidas. Considere a transmissão de uma mensagem (M) de R para J.
Uma solução de segurança que protege a integridade, a confidencialidade e a autenticidade das informações, durante essa transmissão, é a solução realizada com os seguintes procedimentos de R:

Resposta comentada

Gabarito Alternativa D

Conceito-chave: Para proteger integridade, confidencialidade e autenticidade juntas, você precisa combinar: assinatura digital (cifrar com a chave secreta do remetente, provando quem enviou e que não mudou) + cifragem assimétrica (cifrar com a chave pública do destinatário, garantindo que só ele leia) + hash (para conferir integridade). A ordem importa: primeiro assina, depois cifra para o destinatário.

  • (A) Incorreta: Transmitir a chave simétrica kk e a mensagem em claro junto com a cifra anula qualquer segurança — qualquer interceptador lê tudo.
  • (B) Incorreta: Cifrar com a chave secreta de J (Sj) é um erro grave: chave secreta é privada e só J a possui; R não pode usá-la. Além disso, sem hash, a integridade não é verificada.
  • (C) Incorreta: Cifrar com a chave pública de R (Pr) não faz sentido (chave pública de R é para outros enviarem a R, não para R usar); e enviar M em claro destrói a confidencialidade.
  • (D) Correta: R assina com sua chave secreta SrS_r (autenticidade e integridade), depois cifra com a chave pública de J PjP_j (confidencialidade), e envia o hash H(M)H(M) para J conferir que a mensagem não foi alterada — exatamente o que o enunciado pede.
  • (E) Incorreta: Cifrar com chave simétrica kk protege a confidencialidade, mas sem assinatura digital (chave secreta de R) não há autenticidade — qualquer um pode ter cifrado com kk; e o hash sozinho não prova a origem.

Fonte: CESGRANRIO BNDES 01/2024 Analista - Análise de Sistemas (Cibersegurança) (Caderno Prova 2). Reproduzida para fins de estudo.

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